quinta-feira, 15 de setembro de 2011

ACADEMIA DO CIDADÃO – Guardadores de carros são treinados para atender motoristas

Oficiais e alunos do Curso de Formação de Oficiais da Academia de Polícia Militar promoveram na manhã de ontem, 13, dentro do Projeto Academia do Cidadão, um treinamento para guardadores de veículos que atuam nos bairros Prado e Calafate, em Belo  Horizonte.
O treinamento, realizado nas dependências da APM, foi dividido em duas etapas, sendo a primeira teórica, quando os alunos receberam informações sobre com o não se envolver em crimes e dicas de apresentação pessoal, que envolve corte de cabelo, roupas adequadas e barba bem feita.
Na parte prática, os guardadores de carros receberam orientações sobre como lidar com o cidadão, tratando-o com respeito e educação. Foi reiterado a proibição de o flanelinha solicitar ao condutor qualquer pagamento pelo serviço prestado, uma vez que a atitude é alvo de repressão policial. A gratificação deve ser feita espontaneamente por quem recebeu o serviço.
Ao final do treinamento, todos os guardadores de carros cadastrados e receberam crachás, para serem afixados em suas roupas como forma de identificá-los como participantes do projeto Academia do Cidadão. Eles serão fiscalizados e deverão atuar conforme as orientações recebidas no curso.
 
ELOGIO
Presentes ao encontro, o presidente da SOS Bairros, Guilherme Neves, que acompanhou todas as atividades desenvolvidas e elogiou a iniciativa, coordenada pelo Capitão Cláudio, coordenador do Projeto Academia do Cidadão, da Polícia Militar.
Segundo o coordenador do Academia do Cidadão,  Capitão Cláudio Alves e Silva, os guardadores de carros usarão a camiseta da campanha da Lei Seca, que traz o slogan “Sou pela Vida, Dirijo sem Bebida”. Além disso, eles se comprometeram a entregar panfletos sobre essa mesma lei nos locais onde trabalham.
“Todos os participantes do treinamento se mostraram satisfeitos em participar do Projeto Academia do Cidadão”, destacou o oficial. O oficial informou que representantes da comunidade, que também participaram das atividades, se comprometeram a apoiar a PM em suas ações e a fiscalizar os guardadores de carros.

Um outro detalhe importante, ainda segundo o Capitão Cláudio, é que todos os guardadores de carros são credenciados pela Prefeitura de Belo Horizonte. Ele ressaltou que as ações repressivas contra pessoas que tomam conta de veículos, não cadastradas na PBH, continuarão a ser realizadas pela PM, com a finalidade de reprimir extorsões e danos contra veículos. Contatos: Capitão Cláudio – 8682-2068 (AF).
Fonte: Policia Militar de Minas Gerais

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sem bombeiros, fogo consome área urbana próxima a Hospital. A queimada foi contida pelos guardadores de carros

Fonte: 24 Horas News

Fotos: Izabela Andrade 24 Horas News
Fogo consome área urbana
Um incêndio de grandes proporções, no início da tarde desta quinta-feira, dia 08, devastou uma área urbana de aproximadamente três hectares de vegetação seca, a duzentos metros do Hospital São Mateus, em Cuiabá.  Sem a presença do Corpo de Bombeiros ou dos brigadistas do Projeto Quadrante, em pouco mais uma hora os dois terrenos situados entre Avenida Acliamação com rua C, paralelos a Avenida Historiador Rubens de Mendonça - a popular Avenida do CPA - queimaram erguendo uma densa cortina de fumaça.

O fogo se alastrou rapidamente em função dos fortes ventos, e, as labaredas chegaram a mais de cindo metros de altura. Cerca de 20 veículos estavam estacionados no entorno do perímetro incendiado. As chamas não queimaram os carros por muito pouco - graças a uma cerca que separa o terreno da calçada. Além disso, um posto de gasolina fica muito próximo ao local. 
A queimada foi contida pelos guardadores de carros, que trabalham no local. Eles arriscaram suas vidas a fim de conter os avanços do fogo sob os carros. Munidos de baldes com água tentavam conter o que seria início de uma tragédia, outros adentraram o terreno em chamas e abafaram os pequenos focos de incêndio. 
Enquanto as chamas destruíam a área no CPA, em outro bairro, próximo ao Santa Amália também sofria com  uma grande queimada urbana. Do mesmo modo as chamas consumiram o terreno baldio sem qualquer sinal de equipes do Corpo de Bombeiros.  
Está situação reflete a falta de estrutura do Corpo de Bombeiros em atender ao número elevado de ocorrências. Foram inúmeros telefonemas para o 193, denunciando o foco de incêndio e nenhum dos 50 brigadistas que atuam diretamente no combate aos focos pelo Projeto Quadrante, apareceram durante o período mais crítico da ocorrência. Além dos perigos causados pela fumaça tóxica das queimadas, o ar ficou denso e irrespirável, já que a umidade relativa do ar atinge médias de 20% em Cuiabá. 
O mês de agosto dois incêndios queimaram 47 veículos em Cuiabá e Várzea Grande, em menos de 24 horas. Isso sem contabilizar os inúmeros focos de queimada urbana em terrenos baldios pela Capital. 
No entanto, carência de equipes bem equipadas do Corpo de Bombeiros não é apenas um privilégio de Cuiabá, outras cidades da região norte do Estado também sofrem com este tipo de problema. Em Rondonópolis, por exemplo, só nesta quinta-feira foram registrados 10 focos de incêndio. Deste total foi possível atender apenas seis. 
Já o Parque Estadual Serra Ricardo Franco, no município de Vila Bela da Santíssima Trindade, está sendo consumido pelo fogo há dias, de acordo com o Prevfogo. “Não temos brigadistas nessa área, que está em situação crítica. Apenas homens do Corpo de Bombeiros tentam conter o avanço das chamas em um local de difícil acesso”, afirmou Ricardo da Silva, coordenador-substituto do Prevfogo. 
O parque não possui nenhum tipo de infra-estrutura gerencial, o que dificulta o controle de problemas fundiários, pois toda a área pertence à iniciativa privada, necessitando ainda de demarcação. 


Sem o Corpo de Bombeiros fogo se alastra

Cortina de fumaça

Área devastada após incêndio
 

sábado, 3 de setembro de 2011

Morre aos 70 anos José Vieira Campos lider dos guardadores de automóveis

NOTA DE FALECIMENTO
É com extremo pesar que o Sindicato dos Guardadores de Automóveis no Estado do Rio de Janeiro e Região (SINGAERJ) comunica a morte do seu presidente, José Vieira Campos, que faleceu, por volta de 11 horas deste sábado (03), no EMCOR HOSPITAL DO CORACAO E DE CLINICAS DE NOVA IGUACU LTDA.
José Vieira Campos, além de grande amigo e pai - foi um defensor incansável da categoria dos guardadores de automóveis. Sua trajetória no movimento sindical teve inicio no dia 18 de janeiro de 1968, ainda, na Associação Profissional dos Guardadores de Automóveis do Estado da Guanabara, participando da transformação em Sindicato (1971), e como presidente do SINGAERJ ficará marcado, para sempre, como a de um homem batalhador que, jamais, desistiu de lutar pelos direitos e melhorias para os guardadores e guardadoras de automóveis do Rio de Janeiro.
As grandes vitórias do Sindicato, sob a direção e administração de José Vieira Campos, foram tantas que as que mais se destacam são: a transformação de Associação em Sindicato; regulamentação profissional da categoria (a nível federal); regulamentação da atividade (a nível municipal); regulamentação da função (a nível estadual) e vários convênios firmados com o Município.
Ele tinha 70 anos e deixa esposa, um filho, uma filha, dois netos e mais de 5.000 guardadores, considerados por ele, como membros de sua família. O velório está sendo realizado no Memorial do Carmo, na capela 6, até as 13h de domingo, dia 04, quando será sepultado.
Aos familiares de José Vieira Campos, os sinceros sentimentos da direção, funcionários e associados do SINGAERJ, e os votos para que encontrem, no amparo Divino, a força necessária para superar este difícil momento.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Audiência na Câmara de Florianópolis vai discutir a regulamentação de flanelinhas

Desde os 10 anos de idade, Gustavo Richard Oliveira da Silva, 26, está nas ruas trabalhando como flanelinha cuidando dos carros estacionados na região da ALESC (Assembleia Legislativa de Santa Catarina). Ele que fez até curso de segurança, diz que pretende trabalhar na profissão, mas não quer deixar o ganha-pão do cuidado de carros. Quando soube que a Prefeitura Municipal de Florianópolis quer regularizar a profissão dos flanelinhas, Gustavo ficou ainda mais confiante. Para debater o assunto, a Câmara de Vereadores de Florianópolis deve marcar uma audiência pública, aprovada na última terça-feira (16).
“Seria muito bom ter uma situação mais segura. Hoje eu consigo ganhar uns R$ 150 nos dias bons”, diz o flanelinha que tem clientes fixos, pessoas que o confiam até a chave do carro para possíveis manobras. Gustavo começou na profissão acompanhando os tios que sempre foram flanelinhas. Hoje ele sustenta a filha de quatro anos com o dinheiro que os motoristas oferecem.
Pensando em melhorar a situação no lugar de proibir o trabalho dos flanelinhas, Salomão Mattos Sobrinho, secretário da SESP (Secretaria de Serviços Públicos de Florianópolis), pretende ordenar as funções. “A ideia é manter a ordem em espaços previamente determinados”, explica Salomão. Para dar o primeiro passo solicitou à Guarda Municipal e aos Policiais Militares vistorias para averiguar onde os flanelinhas estão localizados e o número exato desses “cuidadores de carros” existentes em Florianópolis.
“Ainda não sabemos como vamos atuar nessa regularização, nem como faremos para sinalizar quais são os flanelinhas autorizados”, aponta Salomão que recentemente fez ações semelhantes com os vendedores de passe, na área central de Florianópolis.

Guarda contesta a regulamentação
O comandante da Guarda Municipal de Florianópolis, Ivan da Silva Couto Junior, não acredita que há possibilidade de regularizar a situação dos flanelinhas. “O que precisamos fazer, e com urgência, é impedir os casos de extorsão. Nenhum motorista pode se sentir ameaçado ou obrigado a dar dinheiro a esses flanelinhas”, enfatiza o comandante.
O pedido do comandante é que os motoristas entrem em contato com a Guarda Municipal ou Polícia Militar no caso de intimidações. “Precisamos registrar o BO (Boletim de Ocorrência) para que haja algum tipo de punição a esses flanelinhas que abusam de uma autoridade que eles não têm”, lembra Ivan.
A funcionária do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Márcia Seidel, também não acredita no projeto de retirar os flanelinhas da informalidade. “Deixo meu carro todos os dias com um deles que ganhou minha confiança, mas em outros lugares muitas vezes até sinto medo porque alguns usam drogas e podem me ameaçar”, declara Márcia.
Para o comandante da Guarda Municipal, seria um contra-senso institucionalizar a profissão de flanelinha. “É muito difícil ter controle sobre os lugares onde eles ficam. Em dias de grandes shows ou jogos de futebol surgem inúmeros desses trabalhadores”, diz o comandante.

Audiência pública
Na última terça-feira (16), o vereador Asael Pereira (PSB) requereu uma audiência pública para debater a ação dos flanelinhas nas ruas de Florianópolis. A audiência ainda não tem data para acontecer, mas foi motivada pelas constantes reclamações que a Câmara Municipal de Florianópolis tem recebido.
“Precisamos regulamentar essa atividade porque o cidadão se torna indefeso, fica refém dessas pessoas que os abordam de forma constrangedora”, assinala.
 Fonte: Portal Universal SC

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Iniciado Curso de Capacitação para guardadores de veículos

 A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), por meio da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), iniciou, nesta quarta-feira (10), a primeira etapa do curso de capacitação para profissionalizar guardadores de veículos da Região Metropolitana de São Luís. A ação está sendo realizada em parceria com o Ministério do Trabalho e Renda (MTR) e a Secretaria Municipal de Crianças e Assistência Social (Semcas).
As aulas, que acontecem no auditório da delegacia de Diversão Pública e Costumes (DDPC), fazem parte das ações para regulamentar o exercício da profissão na capital. Para serem qualificados, os guardadores de veículos devem se cadastrar no Sindicato dos Lavadores, Manobristas e Guardadores do Estado do Maranhão, órgão que representa a categoria. Em seguida, foi feito um trabalho para que o MTE emitisse os registros profissionais de cada guardador.
Ao todo estão sendo qualificados cerca de 150 profissionais. Nesta etapa, que iniciou nesta quarta-feira (10) e prossegue até quinta-feira (11), 75 guardadores e manobristas estão compondo a turma. O outro grupo terá aulas na próxima semana.
Durante a abertura das aulas, o delegado Sebastião Uchoa, superintendente de Polícia Civil da Capital, explicou aos guardadores a importância da qualificação. “Com este curso, a categoria estará apta a desenvolver de forma segura sua atividade profissional. Além disso, cada guardador terá vários direitos garantidos”, frisou.
Ainda segundo o superintendente, paralelo às ações de regulamentação, a polícia intensificará os trabalhos voltados para inibir os arrombamentos e extorsão em vários pontos da cidade.

Conteúdo
A palestra de abertura “Cidadania e serviços sócio-assistenciais”, foi ministrada pela assistente-social Sandra Portilho, coordenadora dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Ela apresentou aos guardadores noções sobre os projetos sociais desenvolvidos pelo Governo Federal e a importância da construção da cidadania no meio social.
Compõem as disciplinas do curso, temáticas como “Primeiros socorros”, “Noções básicas de direito do trabalhador e Previdência Social” e “Segurança pública: garantia de direitos e Relações interpessoais”. Além destes assuntos, temas relacionados à saúde e ao cultivo de um bom ambiente de trabalho também serão debatidos na capacitação.
O curso será ministrado por policiais do Corpo de Bombeiros, das policias Civis e Militar e técnicos da Secretaria Municipal de Criança e Assistência Social (Semcas).
Outro foco das ações será impedir que crianças e adolescentes realizem este tipo de atividade. A fiscalização deste tipo de aspecto será feita pela Semcas, com equipes treinadas e qualificadas para este fazer este tipo de abordagem.

Padronização
Ao final da capacitação, cada integrante do curso receberá um uniforme contendo um colete e um boné padronizado. O intuito é que as funções da categoria sejam exercidas somente por aqueles que estejam cadastrados. Outra medida será produzir uma cartilha educativa para ser distribuída em diversos pontos de São Luís.
“Estar uniformizado vai contribuir para que não sejamos mais apontados como autores dos delitos que ocorrem. Além disso, quem ganha com a qualificação são os usuários. Os clientes ficarão mais confiantes em deixar seu carro em nossas mãos”, contou o presidente do Sindicato dos Lavadores, Manobristas e Guardadores do Estado do Maranhão, Francisco Moreira.
Estiveram presentes na solenidade de abertura, o supervisor do Centro Integrado de Defesa Social (Cids) da área Oeste, delegado Joviano Furtado; e Moisés de Brito, coordenador do Projeto Busca Ativa.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Visando a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 guardadores de automóveis do Rio de Janeiro mudam visual

C I R C U L A R        006/2011

A Diretoria do SINDICATO DOS GUARDADORES DE AUTOMÓVEIS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO e REGIÃO, por seu presidente abaixo assinado, faz saber aos guardadores de automóveis sindicalizados que, a fim de melhorar o visual da categoria, visando a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, que se realizarão na Cidade do Rio de Janeiro, entra em vigor, a partir do dia 1º de setembro do corrente ano, o uso do novo UNIFORME, devendo todos os associados comparecerem na Secretaria da entidade, a partir do dia 15 de agosto, a fim de serem fotografados com a nova VESTIMENTA e retirarem o seu Crachá de Identificação.
Juntamente com a presente CIRCULAR estamos entregando as NORMAS E PROCEDIMENTOS DISCIPLINARES, aprovadas em Assembléia Geral da Categoria, realizada em 26 de abril de 1997, que deverão ser observada e acatada pelos guardadores sindicalizados que operam os estacionamentos públicos da Cidade do Rio de Janeiro.
Maiores informações deverão ser obtidas junto a Secretaria, a Diretoria de Relações Públicas, ao Gerente Geral de Estacionamento, aos Gerentes de Setores e aos Encarregados do Sindicato.
Rio de Janeiro, 01 de agosto de 2011.

JORGE DE MIRANDA JUSTINO
 Presidente

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Flanelinhas invadem bairros

Sem fiscalização, os guardadores de carros atuam em ruas do Jardim Aquarius, Vila Ema e Esplanada, em São José
A atuação dos flanelinhas deixou de ser restrita às ruas do centro de São José dos Campos. Fora do leque de fiscalização da Polícia Militar, os guardadores de carro se espalharam por diferentes bairros da cidade.
As áreas nobres são as mais afetadas. Jardim Esplanada, Vila Ema e Aquarius, por exemplo, se tornaram pontos fixos dos flanelinhas que atormentam e muitas vezes amedrontam motoristas.
Levantamento feito pela Polícia Militar ano passado identificou 60 guardadores de carro em atividade na cidade. A PM tenta regulamentar a atividade.
Problema. A falta de vagas de estacionamento é o primeiro problema enfrentado pelo motorista que precisar ir às clínicas, escritórios ou comércio do Jardim Esplanada ou Aquarius.
De olho no movimento intenso de veículos, as ruas dos dois bairros foram ocupadas pelos flanelinhas.
No Aquarius, eles estabeleceram pontos fixos na rua Alfredo Ignácio Penido e nas mediações da praça Ulisses Guimarães. São dois somente na praça, disputando o ‘aluguel’ do espaço público.
No Jardim Esplanada a situação não é diferente. A avenida Rio Branco, que há poucos anos atrás era uma via residencial, já conta com flanelinhas fixos, principalmente, durante a noite por conta dos bares e restaurantes.
Outras avenidas do bairro como a Paulista e a rua Irmã Maria Demétria Kfuri também contam com ‘guardiões’ próprios por conta do movimento das faculdades.
Outros bairros. O problema também é comum no Jardim Satélite e Jardim Paulista.
Para os motoristas, a ação, além de onerar o bolso, causa medo e insegurança.
“Onde você vai precisa dar dinheiro. Se eu der para todo mundo, não faço mais nada porque preciso ir para diferentes bairros da cidade todos os dias”, afirmou o funcionário público Gilberto Goes, 37 anos. Quem também reclama da atuação dos flanelinhas é o comerciário Isaías dos Santos, 41 anos. “Até quando paro o carro para ir à missa vem alguém pedir para olhar o carro. Eles sabem onde tem movimento e não tem fiscalização”, afirmou Santos.

O QUE FAZER
Reunião discutirá a regularização
São José dos Campos
A Polícia Militar aguarda agenda do Ministério Público para discutir a proposta de regularização da atividade dos flanelinhas. A medida será discutida em reunião entre polícia, MP e a prefeitura.
A proposta foi anunciada no último dia 10. Segundo a PM, a legalização da profissão ajudaria a ‘ordenar o ambiente’ das ruas na região central de São José. A corporação se embasa em lei federal aprovada em 1975 que regulamenta o exercício das profissões de "guardador e lavador autônomo de veículos automotores".
A prefeitura defendeu na época uma ampla análise jurídica da questão e até mesmo um estudo sobre um possível impacto que modificaria o sistema de Zona Azul.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Até 30 de julho, todos os Guardadores de Veículos de São Luís serão cadastrados

Agora é pra valer. A Lei Federal, 6.242 de 23 de setembro de 1975, vai vigorar no Maranhão a partir do segundo semestre. Sancionada há 36 anos, a norma regulariza uma profissão comum a todos: o guardador e lavador autônomo de carros. Ou, “flanelinhas”.  Até 30 de julho, todos os profissionais devem se cadastrar no Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). Após essa data, quem for pego sem cadastro exercendo a profissão será punido judicialmente. Os critérios de fiscalização, porém, ainda não foram definidos.

Para definir como colocar a lei em prática, a Superintendência de Policiamento Civil da Capital se reuniu com grupo de delegados, representantes da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), do Sindicato dos Guardadores e Lavadores Autônomo de Veículos Automotores de São Luís e com a Seção de Política de Trabalho, Emprego e Renda (SEPTER).

Foi elaborado um fluxograma de planos e métodos para realizar o trabalho de registro e identificação dos flanelinhas espalhados por São Luís. Mas a tarefa não será fácil. Na capital existem mais de 600 guardadores. Mas apenas 120 estão sindicalizados, segundo o Sindicato dos Guardadores e Lavadores Autônomo de Veículos Automotores. O trabalho de conscientização deverá alcançar motoristas e autônomos. A ideia é mostrar a legalidade da profissão para evitar conflitos com condutores.

Vantagens

A 2ª Vara do Trabalho de São Luís do Tribunal Regional Eleitoral (TRT) revela que existe muito preconceito contra os flanelinhas. A regulamentação, portanto, define um caráter evolutivo para a profissão e ameniza a relação de desconfiança e muitas vezes desrespeitosas entre o guardador e o condutor. “Os flanelinhas terão a carteira de trabalho assinada, o que passa confiança para quem vai deixar o veículo. Com isso, ocorrerá um treinamento de como lidar com as pessoas. Eles também contribuíram para analisar infrações de trânsito. Isso traz dignidade ao trabalho devido à profissão ser reconhecida como lícita. O profissional ainda passa a poder se enquadrar ao regime de previdência social”, avaliou o juiz Francisco Xavier de Andrade Filho, da 2ª Vara do Trabalho de São Luís.

Legalizando
Força tarefa para cadastrar profissionais

A Superintendência de Policiamento Civil da Capital se comprometeu em expandir uma operação intitulada “Força Tarefa” para que estes flanelinhas possam ter acesso ao cadastro pela forma legal. O método proposto seria a emissão e regularização dos documentos destes que ainda não conseguem preencher os critérios da lei e do decreto.
Segundo o superintendente Sebastião Uchôa, os trabalhadores serão beneficiados com a emissão de documentos como a Certidão de Nascimento e com o Registro Geral (RG), dando assim a possibilidade de se cadastrar no Ministério do Trabalho e Emprego.

O Ministério do Trabalho e Emprego, órgão responsável pela oficialização do trabalhador na profissão, vai receber no prazo estipulado os profissionais em sua sede localizada na Avenida Jerônimo de Albuquerque, na Cohab, para que eles preencham as fichas de cadastros. O chefe da Seção de Política Trabalho Emprego e Renda, Ricardo Gonçalves prometeu solicitar celeridade na avaliação dos processos após a protocolação de cada pedido no órgão.
 
Linha de frente


A Semcas lidera a coordenação do programa que irá identificar os flanelinhas sindicalizados e os não sindicalizados. O objetivo é disseminar informações necessárias para que o cadastro seja realizado. A secretaria também vai incluir os trabalhadores em projetos de ressocialização.

O Sindicato dos guardadores e lavadores de carros vai realizar o trabalho de identificação e sensibilização dos que ainda não conhecem os benefícios da regulamentação.
 
Visão do especialista


Juiz Francisco Xavier de Andrade Filho, da 2ª Vara do Trabalho de São Luís do Tribunal Regional Eleitoral (TRT)
 
“A profissão foi reconhecida como legitima e regulamentada desde 1975. A regulamentação é interessante porque vai proteger não só o profissional, mas o trânsito, quem utiliza a via, além de organizar essas áreas. Esses guardadores vão servir como colaboradores e parceiros do poder público, protegendo a área, observando o que está acontecendo. Mas deve ser exercida no modo correto. Agora os serviços são postos a disposição, mas nem sempre necessariamente as pessoas são obrigadas a pagar os valores instituídos por eles (as pessoas devem continuar ocorrendo sem exigência de valores). Quem puder pagar paga, mas eu acredito que as pessoas vão acabar criando o hábito de efetuar o pagamento, ainda mais por se tratar de ser algo reconhecido, registrado e correto.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Tribunal mantém flanelinhas no semiaberto

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) rejeitou recurso de quatro flanelinhas de Rio Preto condenados, em 2010, a cumprirem pena de quatro anos e oito meses de prisão pelo crime de extorsão em regime semiaberto. O grupo, formado pelo casal Antero Martins Ferreira e Lourdes Severino Nicoleti, Alexandre Ferreira e Daniel Jonas Nicoleti, atuava perto do centro espírita Allan Kardec, no bairro Boa Vista, e é acusado de exigir pagamento dos motoristas que estacionavam nas proximidades, sob ameaça de danificar os veículos.

Em dezembro de 2008, eles foram condenados em primeira instância a cumprir a pena em regime aberto. Após recurso do Ministério Público, em março de 2010, a sentença foi reformada e o grupo condenado ao regime inicialmente semiaberto. Os acusados entraram com recurso, mas o TJ de São Paulo decidiu rejeitar o pedido. Agora, caso queiram, os flanelinhas podem recorrer ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Os advogados do grupo não foram encontrados pela reportagem para comentar a decisão. Fonte: Diarioweb.com.br

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Guardadores ilegais viram garotos propaganda em Niterói

‘Flanelinhas’ foram flagrados usando ‘uniforme’ de empresa de monitoramento por GPS. Atitude irrita secretário municipal e Prefeitura avisa que vai investigar denúncia


Flanelinhas irregulares continuaram agindo impunemente em vários pontos de Niterói. Na tarde desta segunda-feira, três deles exigiam dinheiro de motoristas que estacionavam em frente a um restaurante da Praia de Charitas, na Zona Sul da cidade. Chamava atenção o fato de todos estarem vestidos com camisa laranja, de uma empresa de monitoramento de veículos por satélite, com sede em Niterói.
Um deles contou que a empresa pagou para eles usarem as camisas com a propaganda devido ao contato direto com os motoristas. A denúncia irritou o secretário municipal de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, que enviará guardas ao local para checar a informação. Ele também irá notificar a delegacia de Jurujuba (79ª DP) e o 12º BPM (Niterói).
“Se nós confirmarmos que essa empresa está pagando esses flanelinhas para fazer propaganda, ela poderá sofrer ação fiscal. A empresa será, inclusive, multada por propaganda ilegal. É um absurdo que uma instituição com sede na cidade incentive e financie atividades irregulares”, declarou Wolney.
A ação impune dos flanelinhas na cidade não é novidade para o secretário, que já enviou dossiê à Secretaria de Estado de Segurança Pública, como mostrou O FLUMINENSE na edição de sábado. Mesmo sem autorização para explorar o serviço, guardadores irregulares chegam a exigir R$ 20 de motoristas em troca de vagas em espaços públicos, em especial durante a noite. Os que não cedem à chantagem acabam tendo seus carros danificados ou sofrem agressões físicas.
Uma moradora de São Francisco confirmou que o grupo cobra valores abusivos, mas que os frequentadores do local têm medo de denunciar.
“Moro em São Francisco, o bairro que mais tem flanelinhas na cidade e morro de medo deles, porque eles ameaçam mesmo. A fama que rola é de que são todos ligados a coisas ruins, mas não tenho coragem de denunciar por medo de represália. Fico feliz que alguém quer tomar uma atitude quanto a esse horror que se espalhou pela cidade”, desabafou.
Cinco flanelinhas que atuam há 15 anos na região seriam moradores do Morro do Preventório. Outro grupo assumiria o serviço à noite. Um deles revelou que o valor cobrado varia de acordo com o modelo do carro, mas considerou essa uma forma honesta de ganhar e sugeriu até que a Prefeitura legalizasse a ação deles no local.
A Prefeitura, por sua vez, informou que não vai legalizar a atividade e a Nit Park é a única empresa autorizada a explorar a atividade em pontos permitidos.
MP denuncia - A 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 2ª Central de Inquéritos denunciou nesta segunda-feira um ex-flanelinha de Niterói pelo crime de homicídio duplamente qualificado. Ele matou a tiros um ex-colega de ofício, em plena luz do dia, no Centro, em abril deste ano. Fonte: O Fluminense.

sábado, 28 de maio de 2011

Vereadores aprovam projeto que proíbe flanelinhas nas ruas de Vitória



Em sessão que durou quase quatro horas, os vereadores de Vitória aprovaram, por oito votos a favor e apenas um contrário, projeto que proíbe a atuação de flanelinhas nas ruas do município de Vitória. O socialista Serjão foi o único que votou contra o projeto de autoria do vereador Max da Mata (DEM).
Caso a proposta seja sancionada pelo prefeito de Vitória, João Coser (PT), os guardadores de carros vão ficar proibidos de cobrarem pela vaga de estacionamento aos motoristas. O prefeito tem até 15 dias para decidir se sanciona ou não o projeto.
Max está confiante que seu projeto será sancionado e explicou que a matéria, é complementar a Lei que já existe e que regulamenta a atividade de lavador de carros.
"O lavador não pode oferecer serviços de guardador de carros sob pena de advertência, multa de R$ 100 reais e até perder o registro concedido pela prefeitura", explicou.
Segundo o Democrata, o flanelinha não pode cobrar por um serviço de segurança, já que esse papel cabe exclusivamente ao Governo. "Esse serviço não pode ser concedido a particular. É um papel exclusivo do Estado fornecer segurança ao cidadão principalmente em áreas públicas", destacou.
Se for sancionado, caberá a prefeitura determinar como será feita a fiscalização para coibir aqueles que insistirem em cobrar para vigiar carros nas ruas de Vitória. Fonte: folha Vitória

'Máfia' dos flanelinhas em Niterói é revelada em dossiê

Relatório entregue por secretário de Segurança e Controle Urbano ao Governo do RJ mostra que empresas de outras cidades contratam pessoas para extorquir motoristas

Um dossiê que revela a ação de flanelinhas em Niterói foi entregue pelo secretário municipal de Segurança e Controle Urbano, Wolney Trindade, ao Governo do Estado. O documento denuncia que profissionais sem autorização da Prefeitura se apoderam de espaços públicos e cobram preços abusivos por estacionamentos em vários pontos da cidade. O texto relata que vários moradores chegaram a ser ameaçados ou tiveram seus carros danificados pelos flanelinhas.
O secretário afirma, ainda, que essa atividade é explorada inclusive por empresas de outras cidades. De acordo com Wolney, algumas instituições chegam a trazer funcionários para extorquir moradores de Niterói e dividir os lucros. A irregularidade estaria acontecendo na Rua Miguel de Frias, em Icaraí, há alguns meses.
“Temos informações de que uma empresa de estacionamentos da capital traz uma Kombi cheia de pessoas e deixa em pontos estratégicos. A Prefeitura nem tem como multar essa empresa porque ela não possui alvará em Niterói. Cabe à polícia investigar, prender os responsáveis e os trabalhadores e acabar com esse pesadelo dos motoristas de Niterói”, disse o secretário.

Extorção acontece pricipalmente no Centro, São Francisco e São Domingos
O principal ponto de concentração de flanelinhas durante o dia é a Avenida Amaral Peixoto, no Centro. À noite, a prática ocorre principalmente na Avenida Quintino Bocaiúva, em São Francisco, devido à localização de bares e restaurantes. Frequentadores de outros pontos de diversão, como a Praça Leoni Ramos, em São Domingos, também são alvos dos exploradores.
Além da retirada do dinheiro, os flanelinhas também fazem ameaças a motoristas que se opõem ao pagamento de um serviço inexistente. Alguns chegam a dizer que tiveram peças, como rodas, trocadas ou lataria arranhada por não aceitar a chantagem.
O estudante de publicidade Anderson Candido, de 23 anos, contou que teve o carro danificado após não atender as exigências de um flanelinha, em Charitas. “Eu e meus amigos viemos do Barreto para uma casa de show em Charitas em uma noite de sábado. Assim que paramos o carro veio um homem magro, alto, de bermuda e chinelo de dedo, dizendo que era R$ 10 e que tinha que pagar antecipado. Eu achei errado ter que pagar para colocar meu carro na rua, sem que eu tivesse qualquer garantia de segurança. Eu me recusei a pagar e ele disse que eu teria que tirar o carro e colocar em outro local. Insisti e quando voltei meu pneu estava furado”, relatou.
Operações – Os delegados da cidade afirmam que as operações “Parada Legal” são realizadas com frequência em toda cidade. Flanelinhas pegos em flagrante são normalmente conduzidos à delegacia, autuados por exercício ilegal da profissão e liberados em seguida, já que o delito é considerado contravenção penal e não crime.
A última operação foi feita há quinze dias pela 77ª DP (Icaraí). Desde o início das operações, no ano passado, dois flanelinhas foram presos em flagrante, porque além da contravenção, a polícia entendeu que se tratava de extorsão. As vítimas foram à distrital e registraram ocorrência. Fonte: O Fluminense

 

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Entrevista com Dr. Fernando MacDowell na CBN - A rádio que toca notícia - CBN SP

Ouça a entrevista com Fernando MacDowell, doutor em engenharia de transporte, ex-presidente do Departamento de Estradas e Rodagens e um dos maiores conhecedores dos problemas dos estacionamentos público. Este entende mesmo. Fonte: CBN - A rádio que toca notícia - CBN SP

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Motorista que der a chave a guardador não habilitado pode ser processado criminalmente

Em uma cidade como Vitória, onde cada uma das 9 mil vagas de estacionamento é disputada por nada menos que 33 veículos - conforme A GAZETA publicou ontem -, o costume de, na pressa, deixar a chave nas mãos de flanelinhas, para que eles arrumem um espaço, é algo cada vez mais comum.
O problema é que, ao fazer isso, a responsabilidade sobre o veículo não é transferida junto com o chave - se o guardador não for habilitado. Em caso de acidente, o dono terá que pagar na Justiça.
Nesta semana, em Brasília, o proprietário de um veículo foi condenado, após recorrer, por entregar seu carro a uma pessoa sem carteira, que provocou um acidente e causou uma morte.

Detenção
Ele foi condenado a dois anos de detenção, em regime inicialmente aberto, e suspensão da habilitação por dois meses. O manobrista também foi condenado criminalmente, mas ele morreu antes de cumprir a pena.

Essa punição está prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que prevê detenção de seis meses a um ano ou multa para quem entregar a direção não apenas a quem não for habilitado, mas também a quem está embriagado ou sem condições físicas e mentais de dirigir.
O código também prevê ao proprietário detenção de dois a quatro anos e suspensão ou proibição de obter a habilitação, caso quem estiver dirigindo pratique homicídio culposo.

A decisão é importante, segundo o delegado de Delitos de Trânsito Fabiano Contarato, pois "quem, de qualquer forma, concorre com o crime também tem que responder por ele".
O delegado também lembra que, no caso de o flanelinha ser habilitado, a responsabilidade criminal recai apenas sobre ele. "Nesse caso, ao dono do veículo pode ser pedida uma indenização na esfera civil. Fonte: Gazeta on line. Leia mais.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Um homem foi preso por vender talões de estacionamento rotativo

Cento e trinta e oito flanelinhas foram presos, até agora, na “Operação Arrumador”, desencadeada, nesta sexta-feira, por 40 delegacias da Capital. A ação tem como objetivo prender os guardadores de carros que exercem ilegalmente a profissão. Três mandados de prisão foram cumpridos.
Durante a operação, agentes da 17ª DP (São Cristóvão) cumpriram mandados contra um flanelinha que agia na região. Antônio Vieira da Silva tem anotação criminal por homicídio e ato obsceno.
Policiais da 19ª prenderam o motorista de uma Kombi na Praça Saens Peña, na Tijuca, com 25 talonários de estacionamento rotativo, com 50 folhas cada. O homem estava vendendo os talões indiscriminadamente e responderá a inquérito, que irá apurar a origem deles. Ele alegou pertencer a uma associação chamada “Unigave”, que seria um tipo de organização de guardadores de carros.
A "Operação Arrumador" ainda está em andamento. As 4ª, 5ª, 7ª, 9ª, 13ª, 14ª, 30ª, 35ª e 42ª DPs estão nas ruas ou estarão iniciando a operação mais tarde. Fonte: Polícia Civil

segunda-feira, 18 de abril de 2011

JORGE JUSTINO É O NOVO PRESIDENTE DO SINGAERJ - SINDICATO DOS GUARDADORES DE AUTOMÓVEIS

O Sindicalista, Guardador de veículos e Bacharel em Direito JORGE JUSTINO (Jorge de Miranda Justino), é o novo presidente dos Guardadores de Veículos do Estado do Rio de Janeiro, conforme noticiou o Blog do Singaerj. Fonte: Sindicato dos Guardadores de Automóveis no Estado do Rio de Janeiro.
Jorge Justino é um dos responsáveis pela manifestação da categoria em 2001, na Cinelândia, conforme noticiou os jornais da época. Vejam abaixo as fotos: