Desde o início do ano, 60 flanelinhas já foram registrados
A profissão não é regulamentada, mas como eles estão por todos os cantos, a Polícia Militar decidiu fazer um cadastro dos vigias de carros. Desde o início do ano, 60 flanelinhas já foram registrados. E a PM descobriu um dado preocupante: 80% deles tinham passagem por tráfico de drogas, furto ou roubo.
“Geralmente a gente volta no local onde foi feito o cadastramento e as pessoas migraram pra outros lugares. E os que realmente estão querendo trabalhar ficam e ainda auxiliam a Polícia Militar com vistas ao pessoal que está tentando furto de veículo ou roubo de veículo", contou o Cabo Valdinei Alves Ferreira.
O trabalho é feito em áreas da região central, que ficam próximas a estabelecimentos como clínicas médicas e supermercados. Segundo a PM, desde que o cadastro começou, o número de furtos nesses locais caiu mais de 30%. A Polícia Militar alerta ainda que nenhum motorista é obrigado a dar dinheiro aos guardadores de carros.
"A partir do momento que o flanelinha está impondo um valor e exigindo uma quantia, essa pessoa deve acionar o 190 e a viatura vai no local, que a gente já tem uma situação de flagrante delito, um cometimento de um crime", explicou a Capitão Paula Hamad.
Carlos Henrique Barbosa diz que não cobra nada dos motoristas e conta apenas com o dinheiro de quem quiser colaborar. Ele espera que, com o cadastro, passe a ser visto com outros olhos pela sociedade. "Muita gente acha que a gente está tomando conta de carro e que a gente vai usar o dinheiro pra droga, essas coisas. Então não é bem isso, né? A gente usa o dinheiro pro dia a dia da gente".
Quem anda pelas ruas de Taubaté também aprova o registro dos flanelinhas. "É uma segurança a mais também, porque a gente não sabe, às vezes não conhece a pessoa. Agora, a pessoa já cadastrada, a gente fica mais seguro até em deixar eles olharem o carro", falou um morador da cidade.
A prefeitura de Taubaté informou que estuda um projeto para regulamentar a profissão dos flanelinhas na cidade, mas ainda não existe uma previsão de quando essa proposta será finalizada. Fonte: VNEWS.
O trabalho é feito em áreas da região central, que ficam próximas a estabelecimentos como clínicas médicas e supermercados. Segundo a PM, desde que o cadastro começou, o número de furtos nesses locais caiu mais de 30%. A Polícia Militar alerta ainda que nenhum motorista é obrigado a dar dinheiro aos guardadores de carros.
"A partir do momento que o flanelinha está impondo um valor e exigindo uma quantia, essa pessoa deve acionar o 190 e a viatura vai no local, que a gente já tem uma situação de flagrante delito, um cometimento de um crime", explicou a Capitão Paula Hamad.
Carlos Henrique Barbosa diz que não cobra nada dos motoristas e conta apenas com o dinheiro de quem quiser colaborar. Ele espera que, com o cadastro, passe a ser visto com outros olhos pela sociedade. "Muita gente acha que a gente está tomando conta de carro e que a gente vai usar o dinheiro pra droga, essas coisas. Então não é bem isso, né? A gente usa o dinheiro pro dia a dia da gente".
Quem anda pelas ruas de Taubaté também aprova o registro dos flanelinhas. "É uma segurança a mais também, porque a gente não sabe, às vezes não conhece a pessoa. Agora, a pessoa já cadastrada, a gente fica mais seguro até em deixar eles olharem o carro", falou um morador da cidade.
A prefeitura de Taubaté informou que estuda um projeto para regulamentar a profissão dos flanelinhas na cidade, mas ainda não existe uma previsão de quando essa proposta será finalizada. Fonte: VNEWS.
Nenhum comentário:
Postar um comentário